segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Globalistas: entendendo a Nova Ordem Mundial

Sempre que menciono este assunto sou chamado de louco paranoico, a despeito das pilhas e pilhas de documentação, atas, livros e a confissão escancarada deixadas para trás pelos perpetradores, mas vamos lá.

De acordo com algumas dezenas de estudiosos (para citar apenas um: Shadow World, por Robert Chandler), o cenário geo-político mundial têm sido desde o final do século XIX e o é hoje o campo de batalha de três grupos que buscam a unificação global. Com métodos e modus operandi ora conflitantes, ora complementares, todos os três no fim buscam apenas uma coisa: a destruição de toda e qualquer soberania nacional, a erosão das fronteiras e a criação de um governo global.
Não, isso não é teoria da conspiração. Acontece a olhos vistos e com os perpetradores declarando seus planos aos sete ventos. Planos estes, traçados dentro de um escopo de séculos.

São eles:
  • Movimento Comunista
  • Islã
  • Nova Ordem Mundial
    Sobre os dois primeiros falaremos depois, por agora e na sequência que pretendo dar a meus posts é importante entender o que é e como age a Nova Ordem Mundial. E creio que uma das melhores aulas a respeito deste grupo já capturada em vídeo foi, para nossa sorte, proferida pelo filósofo brasileiro Olavo de Carvalho (me poupa o trabalho de legendar!). A sequência de vídeos abaixo tem cerca de 1hora e meia, mas é absolutamente vital para começar a entender o que é, como opera e como nos afeta a Nova Ordem Mundial.

    Apenas para resumir o que o Olavo explica em detalhes: a Nova Ordem Mundial é um grupo de bilionários dinastas que simplesmente parou de jogar pelas regras do jogo. Usando todo seu poder e influência, infiltram-se em governos e manipulam as regras por dentro, enquanto torram bilhões financiando projetos de engenharia social, ONGs e todo tipo de esquerdopatia que os ajude a preparar o mundo para sua visão de um governo global.

    Entender a Nova Ordem Mundial é fundamental para entender entre outras coisas a ONU, a União Européia, as grandes crises econômicas recentes (todas!), os cenários políticos americano e europeu atuais, as revoltas em Londres, o Occupy Wall Street e muitos outros assuntos que nos afetam diariamente.

    Sem mais demora, os vídeos: 

                                         Parte 1/10
                                             

                                        Parte 2/10
               

                                        Parte 3/10
                                             

                                        Parte 4/10


                                        Parte 5/10
     

                                        Parte 6/10
                                          

                               Parte 7/10


                               Parte 8/10


                               Parte 9/10


                                Parte 10/10


    Comento
    Se você chegou até aqui tendo assistido aos vídeos, garanto que está um pouco mais equipado para entender as loucuras do dia-a-dia que nos cerca. Como já estou me sentindo um professor, vou passar a lição de casa.

    Visite o banco de dados financiamento da Fundação Ford  e de George Soros e veja o tipo de projetos e ONGs que eles financiam: grupos de apoio raciais, pelos direitos da mulher, pelos direitos dos gays, estudos climáticos, movimentos anti-capitalistas, pesquisas no campo de educação  etc etc etc. George Soros até mesmo declara o que está fazendo no slogan do site de sua fundação: "Construindo democracias vibrantes e tolerantes". Leia-se: engenharia social. "Vibrantes" sendo código para "socialmente engajada" e pronta para acatar e agir de acordo com os planos do governo e "Tolerante" sendo código para "politicamente correto", o double-think orwelliano aplicado.

    A primeira vista, tudo parece muito bonito, não? Só para pegar um exemplo da vasta gama de tópicos que eles usam como massa de manobra, veja o caso dos gays: afinal, o que há de errado em financiar uma ONG que "lute" pelos direitos dos gays? Eu então pergunto: que direitos são estes? Uma predileção homossexual não invalida a condição de cidadão e humano do indivíduo. Então, se ele já tem os mesmos direitos que todos os outros cidadãos, advocar pelos "direitos" dos homossexuais significa pregar que eles deveriam ter direitos extras que não se aplicam aos compatriotas heterossexuais. Cria-se assim uma classe especial de cidadãos, grata aos "movimentos sociais" por suas benesses particulares e pronta para marchar quando a nave-mãe do "movimento" chamar.  Vide Lei da Mordaça Gay. Todos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros.

    É importante perceber que eles não dão a mínima pelota se o movimento é sobre negros, brancos, amarelos, verdes, feministas, gays, punheteiros, suricates venezuelanos ou pandas com disfunção erétil! Qualquer problema real que estes grupos enfrentem não vem ao caso. O que importa é usar o grupo em questão como sua infantaria ideológica.

    Financiando estes movimentos, os bilionários da Nova Ordem Mundial conseguem criar uma cisão social dentro das nações (erodindo o sentimento de patriotismo), criar um exército de idiotas-úteis prontos para marchar e gritar os slogans que lhe forem colocados na boca, criar o clima de instabilidade que eles precisam para entranhar-se cada vez mais nas bases do poder, manipular as regras do jogo e atacar as leis de mercado que lhe ameaçam as fortunas e o poder.

    É engenharia social, pura e simples. Agora compare como era moralmente a sociedade nos anos 30, 40 e  50 e compare com o mundo de hoje. Poderia-se dizer que são planetas diferentes, não? E você acha que chegamos a este ponto por acidente?

    2 comentários:

    1. Eu ainda não assisti, mas vou assistir, aos videos.

      Mas estaria o senhor Hades sugerindo que o mundo era melhor nas décadas de 30, 40 e 50?

      Obs: Sou branco, classe média e heterossexual.

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    2. Olá!

      Eu certamente não sou qualificado para fazer um julgamento qualitativo sobre estas décadas, pois não vivi nestes períodos.

      No entanto é absolutamente seguro afirmar que o mundo era muito *diferente*. Baseado na literatura daquelas épocas e no testemunho de autores que estudaram o período, é observável que os costumes e os valores morais sofreram transformações drásticas.

      O que o Olavo de Carvalho e muitos autores (Robert Chandler, David Horowitz, Hayek, Ann Coulter, Charlotte Iserbyt, etc) expõe é o fato de que esta mutação da sociedade não foi acidental e certemente tem um proósito. E alguns o fazem com um riqueza de provas e documentos realmente acachapantes.

      Na verdade, se confiarmos apenas nas próprias palavras dos esquerdistas, as maquinações ficam aparentes. Vamos tomar a educação como exemplo: o Nobel da Literatura Bertrand Russel teve um longa carreira voltada à reforma da educacão e uma de suas frases é:

      "Education should aim at destroying free will, so that, after pupils have left school, they shall be incapable, throughout the rest of their lives, of thinking or acting otherwise than as their schoolmasters would have wished."

      (tradução livre: "[A] Educação deveria ser guiada à destruição do livre-arbítrio, de forma que, quando os estudantes deixarem as escolas, eles sejam incapazes, pelo resto de suas vidas, de agirem ou pensarem de forma diferente de que seus tutores desejariam.")

      O fato é que Russel sempre foi extremamente influente nos meios acadëmicos e seus discípulos foram muito bem apoiados pelos mesmos agentes discutidos no post e trabalharam arduamente durante o século XX para "modernizar" a educação (tudo muito em documentado em "The Deliberate Dumbing Down of America", por Iserbit). O resultado é que hoje a educação é radicalmente diferente dos moldes da educação clássica, e o objetivo da mudança foi declarado abertamente.

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