sábado, 15 de setembro de 2012

CNBB concorda comigo: Hora do expurgo!

Crente ou ateu, todo mundo já ouviu o ditado "Deus escreve certo por linhas tortas". Já tive algumas restrições à atuação de religiosos no país, desde a freira blasfema que fala que "o capital é o maior Deus do mundo" ao ridículo Padre João, da igreja de São Pedro, mas que reza a oração do Pedro Stédile. Se formos expandir um pouco mais, também tenho alguns textos sobre MST, MAB, Movimento Xingu Vivo e outras aberrações criadas sob a proteção de padres que se ajoelham para a foice e o martelo. 
Pois bem, vejam o que afirmou o cardeal Raymundo Damasceno, presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em entrevista para o Estadão:
"no mundo democrático não cabe à igreja assumir papel político-partidário"
"A posição da Igreja Católica, enquanto instituição, é de que não deve assumir nenhuma posição político-partidária. O papa Bento 16, numa de suas encíclicas, Deus É Amor, foi muito claro ao dizer que a Igreja não pode nem deve tomar nas suas mãos a batalha política. Isso é próprio dos políticos, dos leigos. A Igreja não pode ter pretensões de poder."
Contextualizando
Essas declarações do presidente da CNBB se referem a uma rusga por causa das eleições à prefeitura de São Paulo. Eu sei disso. Ecochatos, biodesagradáveis e melancias de todas as vertentes, me poupem de comentários a respeito disso.

Escrevendo certo por linhas tortas
Sabem por que fico tão contente com essas declarações do presidente da CNBB? Porque, criado em uma família católica, tive algum contato com os princípios cristãos, que considero bons não só para mim como para a sociedade. E também porque, adulto razoavelmente instruído, vi e relatei aqui fatos estarrecedores, como a atuação de indivíduos que desrespeitam tanto a instituição da igreja quanto as populações que enganam e usam como massa de manobra. E os atos desses indivíduos diminuem a igreja como instituição. 
Apesar de não tratarem especificamente de membros do clero que defendem a agenda melancia (comuno-ambientalista), as declarações acima servem como um bom indicador de qual é a posição da Igreja Católica a respeito do posicionamento político-partidário de seus membros: não deve haver posicionamento político-partidário.
Pensando em nomes como padre João, irmã Wenzel e dom Erwin Kräutler, bem como em organizações abrigadas sobre a égide do Vaticano, a exemplo do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), acho que a entrevista do cardeal Raymundo Damasceno deveria ser distribuída a todo o clero brasileiro, com um prazo para que os indivíduos que usam a igreja para atingir alguma posição no cenário político renunciem a suas atividades não muito eclesiásticas, ou então renunciem a seus votos clericais.

O novo expurgo
A "moral" comunista é incompatível com o cristianismo. Não se assume o celibato perante Deus e se deita com Lenin. Quem se dedica à foice e ao martelo não tem tempo para espalhar o evangelho. Quem reza o manifesto comunista não pode ministrar missas. Não se pode pregar o paraíso marxista na terra e ao mesmo tempo acreditar no reino dos céus: quanto mais perto de um, mais longe do outro. 
Ou a igreja se livra desses membros, ou eles acabam com a igreja. E levam boa parte da sociedade junto. Lamento ter que pedir isso, mas está na hora do expurgo. Sem fogueira, sem "letra escarlate". E com tudo registrado nos livros de história, para que as gerações futuras não permitam que isso aconteça novamente.

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